
Neste mês de homenagens a Boal, destacamos alguns relatos de jornalistas e pesquisadores:
A morte do Boal dói porque é mais um dos nossos que se vai. Mais uma vez nosso lado perde, e dessa vez perde feio porque quem partiu integrava a turma dos verdadeiros combatentes.
O que não me impede de chorar a partida de Boal e, acima de tudo, lamentar os artigos publicados na presse nacional, pois nessa maldita era do politicamente correto poucos foram o que ousaram afirmar uma verdade incontestável: Boal não é apenas o mais conhecido/reconhecido homem de teatro do Brasil no exterior, é o único.
(Deolinda Vilhena – Jornalista – Doutora em Estudos Teatrais)
Boal detestava a mediocridade, o servilismo e o silêncio dos que fingem que não vêem o que se passa. Era um homem direto e franco, sem jamais perder a ternura dos bons.
(Luís Carlos Lopes – Professor)
Em uma época na qual a arte se identifica e se organiza em tendências de temporada, será cada vez mais raro encontrar um artista cuja tendência radical na direção da justiça é obra de uma vida inteira.
(Kil Abreu – Jornalista, Crítico e Pesquisador de Teatro)
Fontes:
Blog FTO Londrina http://redeto.blogspot.com
Coluna Deolinda Vilhena – Terra Magazine:
http://terramagazine.terra.com.br/interna